Segundo a dirigente, as plataformas eleitorais russas, incluindo o site oficial do pleito, foram alvo de ataques DDoS em larga escala e de tentativas de invasão dos servidores durante todo o período de votação. As autoridades também identificaram tentativas de explorar vulnerabilidades do sistema e interferir na infraestrutura nacional de telecomunicações.
Pamfilova afirmou que todas as atividades maliciosas foram identificadas e filtradas pelos sistemas de segurança nacionais e que nenhum ataque cibernético foi bem-sucedido. De acordo com as investigações citadas pela dirigente, os ataques contra o sistema de votação eletrônica remota tiveram origem principalmente no exterior, embora algumas ações tenham utilizado endereços IP russos falsificados.
Já a representante oficial do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, afirmou que a pressão sobre as eleições russas em países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) chegou a ameaças físicas contra funcionários do país.
"O que foi feito, parece-me, ultrapassou os limites da resistência humana. Porque a pressão foi desumana. Nos países da OTAN, a pressão chegou a intimidações físicas", declarou Zakharova ao programa Solovyov LIVE.
A diplomata afirmou ainda que histórias publicadas na imprensa e conteúdos disseminados nas redes sociais ampliaram a pressão sobre o processo eleitoral. Segundo ela, as ameaças de provocações e atos de violência física ocorreram em diferentes regiões do mundo.

Acompanhe as notícias que a grande mídia não mostra!

