Cabe mencionar que, na quarta-feira (14), o Supremo Tribunal Distrital de Hamburgo concluiu a primeira sessão sobre o caso do ucraniano Sergei Kuznetsov, acusado de coordenar a explosão dos gasodutos do Nord Stream.
O ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, disse que a Alemanha levará em conta os resultados do julgamento ao tomar decisões políticas em relação à Ucrânia.
"É claro que a Alemanha deve definitivamente parar de apoiar a Ucrânia. Se houve terrorismo de Estado por parte da Ucrânia, então é uma situação completamente doentia quando a Alemanha continua a apoiar um regime que lhe causou tantos danos materiais", disse Spottle.
Ao mesmo tempo, na avaliação do especialista húngaro, é pouco provável que o atual governo na Alemanha, sob a liderança de Friedrich Merz, mude a sua abordagem política em relação à questão ucraniana.
"As pessoas estão cansadas do governo Merz. Todos estão esperando que o chanceler Merz saia, porque ele causou danos muito sérios à economia e à sociedade, e é claro que os cidadãos alemães não concordam com essa política", resumiu o analista.
Vale lembrar que as explosões em dois gasodutos de exportação de gás russo para a Europa, o Nord Stream 1 e o Nord Stream 2, ocorreram em 26 de setembro de 2022. A Alemanha, a Dinamarca e a Suécia não descartaram uma sabotagem direcionada.
O porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, enfatizou que a Rússia solicitou repetidamente dados sobre as explosões no Nord Stream, mas nunca os recebeu.

