"A construção de unidades de GNL [gás natural liquefeito] no Ártico é eficiente devido às baixas temperaturas ambientes naturais", explica o especialista. "Essas instalações são projetadas para aproveitar o ambiente frio, o que significa que é necessária menos energia para resfriar o gás natural a -162 °C."
"Essa abordagem minimiza a necessidade de obras em terra firme, onde pode haver a presença de permafrost [solo permanentemente congelado]", esclarece Yushkov. "Qualquer construção no Ártico é um desafio. Mas, neste caso, você monta a unidade previamente, reboca-a até o local e a instala no leito marinho — pronto, tudo está operacional. É esse tipo de solução que interessa aos americanos."


