Eles odeiam os trabalhadores, eles nos odeiam

15/10/2026 às 11:549 visualizações
catarinense Júlia Zanatta (PL)
catarinense Júlia Zanatta (PL)
Brasil de Fato

O resultado do primeiro turno foi péssimo para os trabalhadores e trabalhadoras. Flávio Bolsonaro (PL) venceu por uma diferença menor que 2% dos votos, e a extrema direita aumentou o número de deputados e senadores. A boa notícia: a eleição ainda não está definida, mas requer determinação para vencer.

Do lado de Lula (PT), que todas as pesquisas apontavam ser o favorito, manifestações de estudantes por todo o Brasil estão acontecendo dia a dia. O fim da escala 6×1, aprovado no Senado graças ao incentivo do governo Lula, é considerado a maior conquista trabalhistas desde a Constituição de 1988.

A extrema direita, que Flávio Bolsonaro representa, sabota os trabalhadores e dá início a episódios sombrios. Como a comemoração da deputada catarinense Júlia Zanatta (PL), que saiu às ruas empunhando um chicote ao anunciar o que preparam para o lombo dos trabalhadores.

As eleições não terminaram, e o principal cargo segue em aberto. De um lado, um projeto de país soberano representado pelo presidente Lula. Um Brasil que investe no seu povo: ciência, saúde, educação, universidades e centros tecnológicos. Que garante aumento real no salário mínimo e paridade dos aposentados. Que taxa os ricos em vez dos pobres e garantiu a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil. Não é pouca coisa.

Do outro lado, a incerteza das propostas e a lembrança do governo Bolsonaro, que negou a ciência e causou a morte de mais de 700 mil brasileiros durante a pandemia de covid. A defesa da submissão das mulheres, para que elas ganhem menos e fiquem sem licença-maternidade, o congelamento do salário mínimo, a blindagem aos aliados e filhos, o descaso com as mudanças climáticas.

É triste constatar que parte dos brasileiros aderiu a esse projeto de destruição, que quer entregar nossas riquezas (as terras raras, o Pix). O chicote de Zanatta é em todo trabalhador. Eles nos odeiam. Mas temos tempo para derrotá-los.

Fonte
Brasil de Fato
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