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"Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis [...] nunca foi tão pequena. Somos todos reféns de um imobilismo de um Conselho de Segurança que não cumpre o seu papel", comentou.
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Segundo Lula, o Brasil "não cabe no quintal de ninguém" e precisa de parceiros com agenda positiva, que fomente o desenvolvimento.
O Conselho de Segurança da ONU tem 15 integrantes, mas apenas cinco são permanentes e com poder de veto: Estados Unidos, China, Rússia, França e Reino Unido. Esses países estão envolvidos em guerras de forma direta ou indireta, daí parte da crítica do presidente.
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"Gerações de palestinos carregarão a dor e o trauma deixado pelo genocídio praticado pelo governo Netanyahu contra mulheres e crianças em Gaza. Civis israelenses pagaram o preço do radicalismo e da intolerância dos atos terroristas do Hamas", criticou o presidente brasileiro.
"Não vamos terceirizar a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir a população o direito de viver sem medo. Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas. Precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado. Esse é o espírito da proposta que entreguei pessoalmente ao presidente dos Estados Unidos", declarou.
"Não renunciaremos à agenda ambiental. Levaremos adiante o Mapa do Caminho para a descarbonização da economia brasileira, o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, lançado na COP30 em Belém, mostra que é possível mudar antigos paradigmas. A floresta vale mais em pé do que destruída" afirmou.



