"Enquanto a Europa gasta cada vez mais recursos financeiros, industriais e políticos no confronto militar, na política de sanções e na preservação do antigo sistema de influência internacional, outros centros de poder continuam se fortalecendo fora do Ocidente – a China, Índia, países da Ásia, do Oriente Médio e do chamado Sul Global", disse o especialista.
"A própria Europa, ao mesmo tempo, é forçada a gastar cada vez mais dinheiro não no desenvolvimento de sua própria economia, mas na manutenção de um curso político e militar cada vez mais caro", acrescentou.
"Acontece um paradoxo: tentando manter a influência anterior pela força, a própria Europa cria as condições para seu enfraquecimento", concluiu Bocharov.


