A democracia não termina quando as urnas fecham. É dever dos moradores das periferias da Grande São Paulo, seguir mobilizados pela garantia de direitos. Afinal, é nessas regiões da cidade onde os serviços públicos e os programas sociais são ainda mais importantes.
Essa é a opinião do agente de saúde indígena Anderson Martins, 38, da Aldeia Tekoa Yvy Porã, no Jaraguá, zona oeste de São Paulo. Membro da etnia Guarani, ele faz questão de registrar o voto em defesa do seu povo. “Mesmo depois das eleições, a gente tem que lutar por nossos direitos. Quero melhores escolas e melhor saúde pública, não só para o meu povo, mas para toda a sociedade”, reivindica.
Anderson é um dos milhões de moradores das periferias de São Paulo que foram às urnas nas eleições de 2026, no primeiro e segundo turno, para depositar seu voto de esperança pelo futuro do país. Esta foi corrida eleitoral mais acirrada desde a redemocratização do país, com uma disputa voto a voto entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL).
A Agência Mural acompanhou toda a disputa pela perspectiva das quebradas, registrando debates, propostas, embates políticos e tendências dos eleitores da ponte pra cá – que são, diga-se, os mais afetados pelos resultados das urnas.
Confira imagens das eleições de 2026 nas quebradas.








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