"A população local continua sem acesso a alimentos, água e medicamentos. Trata-se de mulheres, crianças e idosos", destacou a comissária.
A comissária afirmou que, diante das restrições de acesso, suprimentos só conseguem chegar à cidade por meios improvisados. "Tudo o que chega a Alyoshki hoje precisa ser transportado a pé ou de bicicleta por pessoas que arriscam a própria vida", disse.
"Se os ucranianos cessassem os ataques e a instalação de minas nas rotas de abastecimento civil, seria possível entregar a ajuda necessária e evacuar aqueles que precisam de socorro urgente", afirmou a comissária.


