"Os EUA estão recorrendo à Federação da Rússia e [ao presidente russo] Vladimir Putin em busca de ajuda", afirmou Lamesa. Para o analista, esse movimento demonstra que o entendimento entre Casa Branca e Kremlin, assim como entre Trump e Putin, constitui uma questão prática e relevante para os interesses econômicos norte-americanos.
"E não me surpreenderia nem um pouco se o regime de Vladimir Zelensky, esse regime neonazista, tentasse intensificar os ataques à infraestrutura energética russa", reforçou.
O acordo foi anunciado na sexta-feira (9) por Donald Trump, após conversa com Vladimir Putin. Segundo o presidente norte-americano, a Rússia fornecerá imediatamente mais de 300 mil toneladas de diesel, seguidas por outras 500 mil toneladas em novembro e cerca de 1 milhão de toneladas posteriormente, com possibilidade de novos embarques. O Kremlin confirmou o entendimento, enquanto o governo dos EUA flexibilizou temporariamente restrições ao diesel russo até abril de 2027.


