Liquidante do Banco Master diz que não há registros de patrocínio ao filme Dark Horse, sobre Bolsonaro

17/10/2026 às 01:1313 visualizzazioni
Imagem de divulgação do filme Dark Horse.
Imagem de divulgação do filme Dark Horse.
Brasil de Fato

O liquidante da massa falida do Banco Master, Eduardo Bianchini, informou que o dinheiro supostamente enviado para o filme “Dark Horse” não estava contabilizado entre os patrocínios realizados pelo Banco Master. As informações são da coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

Em seu relatório, Bianchini diz expressamente que “não foram encontrados documentos, registros contábeis ou contratuais que evidenciem a realização de operações destinadas ao financiamento, patrocínio ou aporte de recursos para a produção cinematográfica mencionada”.

Segundo a coluna, a assessoria de Flávio Bolsonaro disse que ele apenas buscou o patrocínio com Vorcaro, mas que não participou da efetivação dos pagamentos nem foi informado de como eles foram efetivados.

Os valores eram enviados por uma empresa terceira, o grupo Entre, cujo dono, Antônio Carlos Freixo Junior, fechou uma delação premiada. Apelidado de “Mineiro”, o delator informou que recebeu de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, a ordem de repassar os recursos. Disse ainda que, para ele, foi informado que os recursos seriam usados em um investimento imobiliário.

Nesta sexta-feira (16), a Polícia Federal (PF) solicitou a prorrogação do inquérito que investiga o financiamento do filme “Dark Horse” por mais 90 dias ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça.

Fonte
Brasil de Fato
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